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Precisamos humanizar a escola



 
          Quem nunca chorou ao ouvir música ou se emocionar vendo um filme ou ouvir algo comovente? A arte tem essa estranha capacidade de nos remeter a nós mesmos. Para fora, além, e nos experimentar diferentes. Adélia Prado diz: “a arte é a extrema liberdade do espírito, um espaço reservado, de intimidade, de profundidade”. 

          Na entrevista que segue, a poetisa mineira fala sobre o poder humanizador da poesia. Originalmente a entrevista foi publicada na Revista de Educação CEAP (Centro de Estudos e Assessoria Pedagógica), associação fundada e mantida por um grupo de educadores baianos. Formada em Pedagogia e Filosofia, Adélia Prado assina obra valiosas como Bagagem (1976), Terra de Santa Cruz (1981), Os componentes da banda (1984), Poesia reunida (1991), Oráculos de maio (1999), Manuscritos de Felipa (1999), Filandras (2001).

 
Zulamar Aurélio